Pátria Amada?

“Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”. (Gálatas 4.19 – ACF)

Um dia a ser comemorado, com fogos-de-artificio, passeatas e pessoas nas ruas, celebrando o passado revisado nos livros didáticos entoados em salas aulas. E neste dia que exaltamos nosso desejo por amar e servir a mãe pátria.

Saímos nas ruas com os contos do grito de D. Pedro I, o que este grito simboliza?

Uma reação de uma elite Brasileira de não de submeter a uma possível recolonizarão de Portugal que agora é parlamentar após a revolução de portos. Um processo também de insatisfações econômicas, politicas e sociais como Cecilia Salles de Oliveira coloca em seu livro “Independência e a Construção do Império”.

Mas ainda não chegamos a entender o que o grito e a comemoração ecoada nos dias atuais significa?

Talvez um ato civil importante para construção da identidade nacional, ou importante momento de reforçar os laços de amor à pátria.

Contudo prefiro acreditar que é momento de refletirmos sobre o nosso país, entender o que podemos fazer de diferente para mudar a escrita de nossa história, seja em atos cotidianos no trânsito, um dos meios que mais mata pessoas hoje no Brasil, até na maneira que tratamos os núcleos de nosso país e a nossa família.

E também um dia em que a igreja reúne-se para reforçar uma mentalidade de cidadã do corpo, onde reflete as mudanças do país em suas praticas justas e honestas. Pois antes de tudo ser cristão é praticar e ter a aparência de Cristo. Para expressarmos a esperança do Reino, quais todas as coisas podem ser renovadas e refeitas.

E por fim e não menos, a importância de aprender a amar cada parcela da nação, pondo fim aos bairrismos, e assim orarmos como a passagem de Paulo, sentindo dores em seu interior, por desejo de ver mudança, não sendo uma repetição sem valor, mas uma busca continua por transformação.

Enfim, um dia aspirarmos uma nova história, celebrada com dizeres da verdadeira liberdade que põe fim a toda corrupção, desigualdade, maldade, individualidade.

Texto: Lucas Vicente.

* ACF – Almeida Corrigida e Revisada Fiel.