Dizendo Não

“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia”. (II Coríntios 4.16-17).

Os caminhos nos rodeiam sem parar buscando uma brecha para adentrar, um espaço em nossa alma para vendermos o que somos. Espremem-nos com seus gritos, nos abalam com suas lutas e nos iludem com seu desejo.

Contudo Paulo nos ensina uma maneira de ficarmos firmes em meio há tantas dores, lutas, choros e desejos. Ele diz que ainda que todo nosso corpo se corrompa em dor e em mal se nosso homem interior estiver renovado, na oração e palavra, tudo que passamos será uma leve e momentânea tribulação.

Este eufemismo na expressão leve e momentânea é para reforçar a capacidade de Deus em nós, demonstrando que é maior que nossas faltas e fraquezas.  Apontando nossa mente para o que cremos e não nos vendermos a sentimentos passageiros.

Assim não somos levados por pequenas ilusões passageiras que passam como o dia, mas renovando no amor e na capacidade de Deus para que nosso ” – não” marque uma geração que está disposta a ir contra valores dominantes deste mundo transitório e maligno.

A cada resistência, podemos demonstrar que o amor é maior que a guerra, e cada perdão é maior que a condenação, e cada ato de justiça é maior que toda corrupção e toda bondade é maior que toda maldade.

“Senhor, nos ajude a sermos uma geração disposta a pagar o alto preço da renuncia, para assim marcamos esta geração com uma mensagem expressa de esperança e de amor que são os rastros de seu Reino na Terra, peço em nome de seu filho amado Jesus.”.

Texto: Lucas Vicente.