A Mordida Da Morte

Você já mordeu algo que a vista parecia ser agradável, delicioso e tentador? Mas ao morder trouxe um gosto amargo, de fel?

Assim foi a mordida que Adão experimentou. A ordem que Deus deu a Adão era cuidar do Jardim do Éden. A palavra cuidar no sentido original corresponde a explorar e descobrir os mistérios do jardim. E o próprio Deus caminhava com Adão todos os dias em comunhão explorando as maravilhas da sua criação.

Adão usufruía de todas as riquezas, tanto físicas, como espirituais. Deus também abençoou Adão com uma companheira. No jardim não existia pecado, nem havia mal. Deus não impôs muitas regras a Adão, apenas disse:

 “Mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá.” (Gênesis 2.17).

Adão e Eva comeram aquele fruto que parecia agradável, desejoso de saborear, e esta mordida fatal trouxe o pecado para toda humanidade. Eles experimentaram do fruto proibido e isto imediatamente trouxe conseqüências, a perda da comunhão eterna com Deus.

 O que você tem mordido?

 “Porque os frutos da carne são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro como já antes vos disse que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. (Gálatas 5.19-22)

Temos o livre arbítrio de nos alimentarmos diariamente da a árvore da vida que é Jesus Cristo, ou a da árvore da morte que é nosso governo e nossa vontade.

De qual árvore você tem se alimentado?

“… tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” (Deuteronômio 30.19).

 Ore: “Amado Senhor, me ensina a somente ouvir a Tua voz e me alimentar da Tua palavra para produzir o fruto do Espírito. Eu escolho a Vida Eterna em Teu Filho Jesus Cristo, Amém”.

 Texto: Mônica Vicente.