Brasil Que Queremos

“Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”. (Gálatas 4.19 – ACF)

Um dia de esperança para alguns, e de obrigatoriedade para outros. Um momento que vai escrever os próximos quatros anos de nossa realidade. Assim podemos prescrever uma escrita que aprofunda mudanças, ou que maquie-a para manter o sempre do mesmo.

Todavia prefiro acreditar que é momento de refletirmos sobre o nosso país, entender o que podemos fazer de diferente para mudar a escrita de nossa história, seja em atos cotidianos no trânsito, um dos meios que mais mata pessoas hoje no Brasil, até na maneira que tratamos os núcleos de nosso país e a nossa família.

E também um dia em que a igreja reúne-se para reforçar uma mentalidade de cidadã do corpo, onde reflete as mudanças do país em suas praticas justas e honestas. Pois antes de tudo ser cristão é praticar e ter a aparência de Cristo. Para expressarmos a esperança do Reino, quais todas as coisas podem ser renovadas e refeitas.

Já que a corrupção de nosso país não inicia nas esferas de poder, mas em nossa prática, pois o poder só é o reflexo de nossas ações.  Então se queremos pôr fim esta modalidade endêmica, devemos repensar diariamente nossas atitudes, para assim reprogramarmos nossa cultura.

E por fim e não menos, a importância de aprender a amar cada parcela da nação, pondo fim aos bairrismos, e assim orarmos como a passagem de Paulo, sentindo dores em seu interior, por desejo de ver mudança, não sendo uma repetição sem valor, mas uma busca continua por transformação.

Enfim, um dia aspirarmos uma nova história, que não pode ser lembrada 4 anos, e sim celebrada diariamente com dizeres da verdadeira liberdade que põe fim a toda corrupção, desigualdade, maldade, individualidade. Caladas pelo amor que passamos levar a todos os espaços, pensados em todos e para todos.

 Texto: Lucas Vicente

Tradução: ACF – Almeida Corrigida e Fiel