5. Loucura: 24

A interrupção de Festo, não era porque Paulo era um louco, uma vez que sua defesa tinha um raciocínio bastante claro, longe de qualquer demência, e nem muito menos sua ortodoxia religiosa, fazia parecer um lunático religioso. Todavia, por questão cultural, já que a premissa de seu discurso era ressureição, algo que a cultura greco-romana não entedia, por entenderem que alma seria eterna. Devido a isso, Festo não aguentou muito o discurso de Paulo.

Resposta de Agripa II: 26-32.

Paulo usa de sofismo ao Rei Agripa, pois ao provar conteúdo teológico da ressureição, deveria acreditar no Messias, sendo Cristo, caso negasse o conteúdo teológico da ressureição presente nos profetas, acabava indo contra os Fariseus, se aceita vai contra liderança sacerdotal e saduceia, que não acreditava em ressureição e muito menos tinha qualquer apreço por Paulo. A única resposta, é a resposta sofística “quer me converter”, saindo do assunto, contudo, deixando sem palavras sobre assunto e acabando a reforçar que não havia qualquer fundamento de acusação a Paulo. Algo que provavelmente seria escrito no relatório de Festo, para tentar se colocar em “bons lençóis” com o Imperador. Além da carta de Lucas, a Teófilo que aponta diversos relatos de pessoas ilustres a favor a defesa de Paulo: At. 16.35-40;18.12-17;23-29 e 25.20.

Texto: Lucas Guimarães Vicente.