Antropologia “medieval”

Nominalismo:​

Guilherme de Ockham (1280-1349), monge franciscano britânico. ​

  • Não há nenhum ponto de contato entre natureza e Graça. Síntese impossível entre ambos. A religião será matéria de fé somente. ​

  • As leis naturais foram estabelecidas pela mente de Deus, inacessível à mente humana. Por isso, o homem será escravo de Deus por ter sua existência determinada pelas leis naturais, o que chamou de potestas absoluta.​    ​

Antropologia renascentista

  • Humanismo cristão: O homem, como coroa da criação, no centro de tudo. O renascimento do homem (retorno cultural – não religioso – à era clássica grega) frente ao domínio da religião. ​

  • A ciência e a religião são vistas pela perspectiva humana. Embora o homem se relacione com a religião, sua antropologia é completamente autônoma em relação a ela. A humanidade molda a religião, não o inverso.​

  • “A Renascença estava preocupada basicamente com um ‘renascimento’ da humanidade num sentido exclusivamente natural. (...) A raiz religiosa mais profunda do movimento renascentista foi a religião humanista da personalidade humana em sua liberdade (de qualquer fé que exigisse fidelidade) e em sua autonomia (ou seja, a pretensão de que a personalidade humana é uma lei para si mesma”. (DOOYEWEERD, 2015).​

"O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina." (Provérbios 1:7 - NVI*)

Não perca a próxima mensagem, no dia 08/12/2017!

Texto: Lucas Guimarães Vicente.