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Filosofia Cristã Política: Do Mandamento Cultural ao Conservadorismo. (Parte IV)

Publicado: Sexta, 19 Outubro 2018 09:07

V. Cristianismo e Política

A história aponta uma filosofia política cristã ou os cristãos já tiveram este viés. Claro a reforma que traz o ideal do mandamento cultural, traz na sociedade europeias, pensadores cristãos que fomentam um sistema de pensamento cristão, que foi fundamental para construção ocidental.

Contudo, infelizmente nas universidades de cunho esquerdista foi jogado no esquecimento, não é mais ensinado e nem relatado sua importância. E nem a igreja se propõe em atuar neste espaço, deixando um vazio, de ensino, fruto do pietismo, que visa todo trabalho novamente a ação ministerial, que seria a única ferramenta que poderia levar o homem a salvação, e assim seria único propósito do indivíduo. Trazendo novamente o binômio sagrado/profano.

Texto: Lucas Guimarães Vicente.

 

Filosofia Cristã Política: Do Mandamento Cultural ao Conservadorismo. (Parte III)

Publicado: Segunda, 15 Outubro 2018 07:48

III. Exemplos da Filosofia Cristã e Constituições

Por isso, que as principais constituições da história são carregados princípios cristãos, pois não só fazia parte da realidade do período, como de sua crença, como vemos na constituição estadunidense e inglesa, que reconhecem que toda autoridade, governo e lei e oriunda de Deus, e o governo civil existe para garantir esta liberdade concedida: de vida, liberdade e propriedade, vista John Locke, pensador base.

IV. Cristianismo e Estado Laico

Então, por que hoje qualquer resquício cristão no poder político e visto como uma ameaça ao Estado Laico? Primeiro por uma interpretação francesa, que consideravam o cristianismo uma superstição e inimiga que impedia a revolução progressiva. Já que historicamente estava presa uma tradição de homem/sociedade distinta dos jacobinos, que tinham uma visão antropológica e política distinta, pois era esvaziada de um caráter teológico. Desta forma, toda expressão de religião era perigosa, deveria ficar restrita ao espaço privado, até porque único símbolo de justiça e de fidelidade deveria ser o Estado. Nesta tradição, vem sido ventilada em nossa contemporaneidade, contudo, primeiro o Estado Laico, significa de todos, segundo foi oriundo da Reforma protestante, deu forma diversos países cristãos, como a própria Inglaterra e EUA, e ainda assim, suas constituições já aqui apontadas, tem uma clara tradição cristã, como sua educação até o século XIX, tinha um currículo educacional fortemente influenciado pelo pensamento reformador.

Texto: Lucas Guimarães Vicente.

Filosofia Cristã Política: Do Mandamento Cultural ao Conservadorismo. (Parte II)

Publicado: Terça, 09 Outubro 2018 03:00

  • Mito da Neutralidade:

  • Conceito de Neutralidade/Cosmovisão:

  • O Absurdo da Neutralidade A palavra “neutro” é curiosa. Ela vem do latim “neuter”, significando “nem um, nem outro”, e tem referência original ao gênero, isto é, nem macho nem fêmea. Ela ainda tem esse significado: um homem neutralizado é um eunuco, um castrado. Ela tem agora o significado de não tomar partido e, supostamente, a lei e os tribunais são “neutros”.

  • Assim, uma cosmovisão a orientação fundamental do coração, que poder expressa como uma história, que devemos conscientemente ou inconscientemente acreditar ser a base e alicerce da realidade (adaptado), desta forma nossa os fundamentos da nossa mente, interpreta a realidade, definindo quem você é e qual é a realidade.

  • Conceito de Lei/Educação

Isso em si mesmo é absurdo. Nenhuma lei jamais é neutra. Por isso, Montesquieu na obra “Espírito das Leis” afirma que toda lei, é constituída da realidade social e histórica de seu povo, o que chama de espírito, mentalidade predominante desta sociedade[1]. Além disso, caracteriza as leis correspondentes a tipologia de governo definido, diferenciando, o conjunto de leis e de ensino, de um governo republicano, democrático, monárquico, perspectiva oriunda de classicismo grego/romano, de Cícero e Políbio.

Demonstrando também que todo currículo educacional e na realidade uma filosofia de governo por corresponder o modelo e princípios que individuo deve ser formado para dar continuidade às ideias de governo e seu pacto social. Assim, a educação e base fundamental da construção e continuidade de um espírito e tipologia de governo.

Portanto, apontamos, que desde do inicio do direito moderno, a lei não visava um ideal neutro, pelo contrário, deveria ser fundamentado nos princípios fundamentais de uma sociedade, para criar a tipologia e os princípios ideais de governo. 

Texto: Lucas Guimarães Vicente.

[1] Define que toda lei oriunda de um criador que tudo organiza “Essa lei que, ao incutir em nós a ideia de um criador, conduz-nos em sua direção, é a primeira das leis naturais, em importância e não na ordem dessas leis”. Denominada de Lei Natural, enquanto a Lei positiva é pautado por um governo civil que procura construir uma sociedade baseada em conjunto de princípios e deveres.

Fale O Necessário

Publicado: Sábado, 06 Outubro 2018 03:00

"Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso." (Provérbios 30.6)

Nossas palavras podem ser boas ou más, podem destruir ou reavivar, podem ser verdades ou mentiras, podem ser suficientes ou desnecessárias!

No decorrer do nosso dia, nosso humor pode mudar, nossa vontade alterar, e não tem nada de mal nisso, entretanto precisamos cuidar de como nossas palavras saem de nossos lábios.

Quantas vezes floreamos nossas respostas, queremos justificar demais e acabamos aumentando algumas palavras daquilo que era suficiente para nossa resposta. 

Pense no que vai dizer, e cuidado para não acrescentar nada além do necessário às suas palavras, pois o resultado poderá não ser o que esperava.

ORE: "Senhor me ajude a refletir antes de falar, responder, justificar, me ensine e me dê sabedoria, mansidão, temor e dominío próprio com minhas palavras."

Texto: Vivian Cristina Thomazinho Vicente.

 

É Sim Ou Não!

Publicado: Domingo, 14 Outubro 2018 07:54

"Agora temam o Senhor e sirvam-no com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Eufrates e no Egito, e sirvam ao Senhor. Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor". (Josué 24.14-15) 

Em várias áreas de nossa vida às vezes preferimos nos ausentar de decidir. Transportamos essa “cultura” para a vida espiritual.

Mas nesse aspecto, não podemos nos ausentar da decisão. É 8 ou 80. É SIM OU NÃO!

Somos hoje desafiados, assim como os israelitas no tempo de Josué, a decidir a quem iremos servir. E não é somente opinar. 

NÃO APENAS COLOCAR UM X NA ALTERNATIVA correta. ENVOLVE uma mudança de vida. 

Hoje não temos que, como os israelitas, simplesmente jogar os nossos deuses no lixo.

Nossa decisão exige uma mudança de conduta e de velhos hábitos. Admitindo velhos hábitos de conduta baseado nos rudimentos do mundo. Entregando toda a sua existência a Deus no caminho que muitas vezes não é prazeroso e nem seria nossa escolha.

Tentamos “adaptar” o mundo à igreja ou a igreja ao mundo. Tentamos fazer o que nos dá prazer nas coisas do mundo, e ainda reivindicamos as bênçãos de Deus.

A quem servimos nesse caso?

EM OUTRAS PALAVRAS JOSUÉ ESTÁ DIZENDO: A DECISÃO É SUA!

"Pai Amado que se cumpra na minha vida e de toda minha família a Tua palavra que diz: (1 Crônicas 17.27) Agora, por tua bondade, abençoa a família de teu servo, para que ela continue para sempre na tua presença; pois o que tu, Senhor, abençoas, abençoado está para sempre."

Texto: Mônica Guimarães Vicente.

Filosofia Cristã Política: Do Mandamento Cultural ao Conservadorismo. (Parte I)

Publicado: Domingo, 07 Outubro 2018 07:02

Texto – Base: Gênesis 2:15

"O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo." (Gênesis 2:15)

1.Fundamentos:

I. Cultivo - Deus formou o ser humano do pó da terra e soprou-lhe, em seguida, de Seu próprio fôlego de vida (Gênesis 2:7). Ou seja, somos o cultivo de Deus onde ele plantou em nós de Seu fôlego com um propósito: prestar-lhe culto.

II. Culto - O ser humano foi criado por Deus para cultivar e cuidar da criação (Gênesis 2:15). E enquanto cultivava a terra, praticando desta forma a vontade e o propósito de Deus à sua vida, ele cultuava a Deus. Pois cultuar a Deus é fazer a Sua vontade. É baseado neste princípio que o apóstolo Paulo afirmou: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens” (Colossenses 3:23). Aos cristãos da Igreja em Corinto, foi ainda mais enfático: “... façam tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10:31).

III. Cultura – Na medida em que cultuamos a Deus com as nossas atitudes, vamos estabelecendo a vontade de Deus sobre a terra. Ou seja, através de nós, Deus faz cumprir a Sua vontade na terra como é nos céus (Mateus 16:18-19). Foi neste mote que Jesus ensinou Seus discípulos a orarem: “Venha a nós o teu Reino, seja feita a Sua vontade, assim na terra como nos céus” (Mateus 6:10).

Texto: Lucas Guimarães Vicente.

Orientações Igreja Primitiva

Publicado: Segunda, 01 Outubro 2018 08:49

"Quanto à coleta para o povo de Deus, façam como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, de acordo com a sua renda, reservando-a para que não seja preciso fazer coletas quando eu chegar. Então, quando eu chegar, entregarei cartas de recomendação aos homens que vocês aprovarem e os mandarei para Jerusalém com a oferta de vocês." (1 Coríntios 16:1-3)

A primeira orientação de Paulo para esta igreja neste capítulo é a respeito da coleta, é a palavra usada para ofertas na igreja primitiva. Podemos notar no versículo que conforme a prosperidade de cada um, se separava a quantia que poderiam prover para as necessidades da expansão e missão da igreja, ou seja, do Evangelho de Jesus Cristo.

"Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes. Façam tudo com amor." (1 Coríntios 16:13,14)

Outra orientação que Paulo traz neste capítulo é sobre a vigilância, fé, coragem e amor. 

Vigilância: Diligência; interesse ou cuidado que se utiliza na realização de alguma coisa. Prudência; ação de quem age com cautela e prudência. Cuidado; condição da pessoa que esta sempre alerta, evitando riscos.[Psicologia] Concentração observada durante longos períodos de tempo.

Fé: Crença; convicção intensa e persistente em algo abstrato que, para a pessoa que acredita, se torna verdade. Religião; maneira através da qual são organizadas as crenças religiosas. Crédito; excesso de confiança depositado em: uma pessoa merecedora de fé.

Coragem: Ausência de medo diante de riscos ou do perigo; bravura, valentia. Força espiritual para ultrapassar uma circunstância difícil; confiança. Capacidade de enfrentar algo moralmente árduo; perseverança. Característica da pessoa bom caráter; hombridade. Cuidado e perseverança no desenvolvimento de algo; determinação.

E acima de tudo, ou melhor, em todos estes atos, na coleta, na vigilância, na fé e na coragem, todas estas atitudes devem ser feitas com amor, sem esperar nada em troca, apenas compreendendo o propósito maior, que é a Salvação em Cristo.

"Alegrei-me com a vinda de Estéfanas, Fortunato e Acaico, porque eles supriram o que estava faltando da parte de vocês." (1 Coríntios 16:17)

Podemos então ver no texto exemplo de pessoas que conseguiram viver desta forma, como Paulo aconselhou. O capítulo 16 revela que estes homens, se consagraram ao serviço dos santos, supriram o que faltava, trouxeram refrigério.

Ore: "Senhor nos ajude a compreender nosso chamado e vocação de servos, nos ensine a ouvir suas orientações e praticá-las para que seu nome seja honrado e glorificado. Em Nome de Jesus te pedimos, Amém!"

Texto: Vivian Cristina Thomazinho Vicente.

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