“Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”. (Marcos 8.36).

O que o homem tem de mais valioso? Família, amigos, trabalho, Deus...?

Cada um responderia de uma forma diferente, mas o que realmente valorizamos? O que temos dificuldade em doar aos outros? (Pense um pouco sobre isso).

Ultimamente o que temos valorizado cada vez mais é o nosso tempo; nossos dias tão corridos, nossa vida tão cheia de afazeres, a famosa expressão (Times is Money), ou seja, “Tempo é dinheiro”, tem feito cada vez mais sentido em nossa vida.

O ser humano tem ficado cada vez mais egoísta, não consegue parar um minuto para escutar um amigo que está precisando desabafar ou precisando de um conselho, pois sempre tem algo que julga ser mais importante a fazer.

Quando um necessitado vem até nós, é mais cômodo enfiarmos a mão no bolso e darmos um trocado, do que ouvir o que ele tem a dizer, do que orar por ele ou pela sua necessidade e dar atenção ao problema dele.

Muitos já nem conseguem olhar para o céu, a criatura olhando o Criador, não conseguem orar a Deus ou agradece-lo, pois na correria do dia-a-dia não enxergam o que realmente tem valor. Tem fechado não só olhos, mas também o coração, pois não tem “tempo” para pensar nessas coisas.

Não tem tempo para pensar em Deus.

Coloque Deus como o Senhor do seu tempo, coloque diante Dele todos os seus projetos e necessidades, pois, assim como a palavra Dele diz:

“Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. (Mateus 6.33).

Pratique isso, ore mais a Deus, converse com seus amigos dê mais atenção a sua família, doe o seu tempo, não deixe que a correria do dia a dia inverta os valores e feche seus olhos para os pequenos detalhes, para as coisas que realmente tem valor.

Ore: “Senhor ajuda-me a controlar o meu tempo, ensina-me a lidar com cada situação, e a não viver de forma egoísta, olhando apenas para as minhas necessidades, mas valorizando sempre a Tua vontade, em nome de Jesus”.

                                                                                              Texto: Maxwell Heber.