"Disse Noemi: Eis que tua cunhada voltou ao seu povo e aos seus deuses; também tu, volta após a tua cunhada. Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus." (Rute 1.15,16)

No livro de Rute aprendemos que a perda não significa que tudo na vida acabou. Apenas um tempo terminou. Rute havia perdido o marido, mas embora não cresse no deus de Israel decidiu agir com bondade para com sua sogra que também havia perdido o marido e seus dois filhos. Há um princípio bíblico que Rute apesar de não ter conhecimento o seguiu:

“A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” (Tiago 1.27)

Ser boa com alguém nos ajuda a vencer a dor, as decepções da vida que passamos.

Rute não colocou sua atenção em sua dor, não, se concentrou em ajudar sua sogra a voltar para sua terra natal abrindo mão de sua crença pagã, decidida a seguir o Deus de Israel.

Quando estendemos a mão para alcançar outras pessoas. Deus estende a mão em nossa alma trazendo cura.

Na vida de Rute isto foi real! Deus lhe deu um marido, Boaz, homem bom, temente a Deus o filho deles, Obede, ocupou lugar na linhagem de Jesus Cristo.

“Salmom gerou de Raabe a Boaz; este, de Rute, gerou a Obede; e Obede, a Jessé;”

"Pai amado que eu não me canse de fazer o bem, pois no tempo certo colherei. Ensina-me a perseverar até o fim. Para que a luz que está em mim brilhe diante dos homens para que vejam as suas boas obras e glorifiquem a Ti. Oro no nome de Jesus."

Texto: Mônica Guimarães Vicente.