Os passos correm desafiantes fugindo do lugar de escândalo, do lugar de julgamento, pois suas mentes cansadas, fogem do ciclo contínuo de apontar de dedo. Assim procuram um lugar de descanso para suas almas, um lugar de misericórdia. Mas ainda que tenham vagado uma noite não encontram, não acham.

Até quando nossos belos e higienizados templos, casas, círculos, será lugar de escândalo e tropeço para outro? Pois quando continuamente constituímos nossos lugares, como espaço de santos, puros e intocáveis, um lugar para poucos, que não aceita o desajeitado e perdido, sermos uma barreira para as pessoas poderem entrar no Reino. (Mateus 23.13).

Portanto, abandonemos o costume de julgar uns aos outros. Em vez disso, apliquemos nosso coração em não colocarmos qualquer pedra de tropeço ou obstáculo no caminho do irmão. (Romanos 13.13 – KJA*)

Se fosse assim nossa prática, por que nosso Senhor estava mais tempo sentado na mesa dos publicanos, pecadores e prostitutas, do que dos santos religiosos. O mesmo anunciaria a um destes religiosos:

“Então Levi ofereceu a Jesus uma grande festa em sua casa; e uma multidão de publicanos e de outras pessoas estava à mesa comendo com eles. Os fariseus e seus escribas reclamaram dos discípulos de Jesus: “Por que comeis e bebeis com os publicanos e pecadores?” Ao que Jesus lhes ponderou: “Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os enfermos. Eu não vim para convocar os justos, mas sim, para chamar os pecadores ao arrependimento!” Jesus é questionado quanto ao jejum”. (Lucas 5.29-32 - KJA*). 

Jesus sempre foi e será o lugar de esperanças as pessoas, lugar de abrigo ao perdido, não fazendo acepção de pessoas, não jugando elas, mais inspirando elas mudarem (Romanos 15.7). Como no famoso caso de Zaqueu, onde Lucas, narra que Jesus não disse apenas que iria jantar em si a casa, no meio da refeição, e conduzindo fortemente a se corrigir e acertar as contas com aqueles que uma vez extorquiu. (Lucas 19.1-10)

Pois o amor de Deus é assim, inspirador, comovente, transforma, cura e salva (João 16.7-11). Principalmente quando os encarnamos, e buscamos ajudar o outro, não para enchemos nossas igrejas, mas para salvá-lo de suas dores, mas para amá-los sem querer nada em troca. (Mateus 5.16, . Como nosso Senhor nos ensinou.

Por isso, que sejamos todos dias despertados não para olhar para o lado e julgar, no entanto, procurar o necessitado, o que sofre, em nossa casa, em nosso trabalho, nosso circulo de amizade, e ouvi-lo, ajudá-lo e amá-lo (Romanos 12.9-10). Pois assim podemos inspirar nossa realidade ser diferente. E multiplicarmos nossas mãos para não procurarem o egoísmo, mas o outro. Como o Senhor nos ensina:

‘É mais bem-aventurado dar do que receber’” (Atos 20. 35 – KJA*). 

Ore: “Senhor abre nossos olhos para uma nova cultura, que não procura condenar o outro, mas assim como seu filho, procura ama-lo, ouvi-lo e ajuda-lo, sem procurar nada em troca. Desta forma nossa vida possa encarnar seu amor pela humanidade, pelo perdido e oprimido. Pedimos nome de Jesus. Amém”. 

Texto: Lucas Vicente.

*Tradução: King James Atualizada.