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O que você perdeu?

"8Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la?  9E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido.  10Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende."
(Lucas 15.8-10, ARA)

 

Você já perdeu alguma coisa de grande valor? Como o homem e a mulher de quem Jesus fala?

Se isto já aconteceu, você provavelmente passou por momentos de nervosismo procurando, refazendo seus passos e talvez tenha pedido ajuda de alguém.

Você se lembra da alegria que sentiu quando encontrou o que estava perdido?

O texto mostra que essa alegria é pequena comparada ao pecador que se arrepende.


“Qual de vocês que possuindo cem ovelhas e perdendo uma não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida até encontrá-la? “ Lucas 15:4

“Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a

 casa e a procura diligentemente até encontrá-la?”. (Lucas 15.8 - ARA).

O que você tem perdido em sua vida?

Em Lucas 15, encontramos um conjunto de parábolas afins, que tratam do mesmo assunto: de coisas que perdemos e da busca que precisamos empreender para encontrá-las.

Muitas vezes estamos perdendo dentro da nossa casa o amor, a mansidão, a alegria e o diálogo, fatos que estruturam a família. Talvez perdemos nosso primeiro amor, em Jesus. Talvez perdemos a esperança, talvez perdemos a certeza do cumprimento das promessas de Deus e talvez perdemos a certeza da salvação.

PRECISAMOS como esta mulher prestar atenção, procurar diligentemente o que deixamos a beira do caminho...

Quando encontramos em Jesus nossa suficiência, a alegria da restauração vem de imediato e corremos para contar as grandes coisas que Ele faz por nós.

 “E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido. Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”. (Lucas 15.9,10 - ARA).

Texto: Mônica Vicente

SÉRIE GRANDES AVIVALISTAS: Henrique Martyn: "Luz inteiramente gasta por Deus" (1781-1812)

"Tenho posto vigias sobre os teus muros, ó Jerusalém; eles não se calarão jamais em todo o dia nem em toda a noite: não descanseis vós os que fazeis lembrar do SENHOR, e não lhe deis a Ele descanso, até que estabeleça, e até que ponha a Jerusalém por objeto de louvor na terra!"

(Isaías 62.6).

 

Ajoelhado na praia da Índia, Henrique Martyn derramava a alma perante o Mestre e orava: "Amado Senhor, eu também andava no país longínquo; minha vida ardia no pecado... desejaste que eu me tornasse, não mais um tição para espalhar a destruição, mas uma tocha brilhando por ti. Eis-me aqui nas trevas mais densas, selvagens e opressivas do paganismo. Agora, Senhor, quero arder até me consumir inteiramente por ti!"

O desejo de levar a mensagem de salvação aos povos que não conheciam a Cristo, tornou-se como um fogo inextinguível na sua alma pela leitura da biografia de David Brainerd.. Henrique Martyn reconhecia que, como foram poucos os anos da obra de  Brainerd, havia também para ele pouco tempo, e se acendeu nele a mesma paixão de gastar-se, inteiramente por Cristo, no breve espaço de tempo que lhe restava, pois como seu pai e irmãos era tuberculoso.

A chegada de Henrique Martyn à Índia, no mês de abril de 1806, foi também em resposta à oração de outros. 

Para alcançar esse alvo, de dar as Escrituras aos povos da Índia e da Pérsia, Martyn aplicou-se à obra de tradução de dia e de noite, até mesmo quando descansava e quando em viagem. Não diminuía a sua marcha quando o termômetro registrava o intenso calor de 70" nem quando sofria da febre intermitente, nem com o avanço da peste branca que ardia no seu peito. Além de pregar, conseguiu traduzir porções das Sagradas Escrituras para as línguas de uma quarta parte de todos os habitantes do mundo. O Novo Testamento em hindu, hindustão e persa e os Evangelhos em judaico-persa são apenas uma parte das suas obras.

Quatro anos depois da sua morte, nasceu Fidélia Fiske, no sossego da Nova Inglaterra. Quando ainda aluna na escola, leu a biografia de Henrique Martyn. Andou quarenta e cinco quilômetros de noite, sob violenta tempestade de neve, para pedir à sua mãe que a deixasse ir pregar o Evangelho às mulheres da Pérsia. Ao chegar à Pérsia reuniu muitas mulheres e lhes contou o amor de Jesus, até que o avivamento em Oroomiah se tornou em outro Pentecoste.

Se Henrique Martyn, que entregou tudo para o serviço do Rei dos reis, pudesse visitar a Índia, e a Pérsia, hoje, quão grande seria a obra que encontraria, obra feita por tão grande número de fiéis filhos de Deus nos quais ardeu o mesmo fogo pela leitura da biografia desse pioneiro.


Texto: Mônica Vicente

Referência Bibliográfica: 

BOYER, Orlando, Heróis da Fé, Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2002.

SÉRIE: GRANDES AVIVALISTAS: Christmas Evans: "O João Bunyan de Gales" (1766-1838)

 

"Jacó chamou àquele lugar Peniel, pois disse: "Vi a Deus face a face e, todavia, minha vida foi poupada"."

Gênesis 32.30

Seus pais deram-lhe o nome de Christmas porque nasceu no dia de "Christmas" (Natal), em 1766. O povo deu-lhe a alcunha de "Pregador Caolho" porque era cego de um olho. Alguém assim se referiu a Christmas Evans: "Era o mais alto dos homens, de maior força física e o mais corpulento que jamais vi. Tinha um olho só; se há razão para dizer que era olho, pois mais propriamente pode-se dizer que era uma estrela luzente, brilhando como Vênus". 

Foi chamado, também, "O João Bunyan de Gales", porque era o pregador que, na história desse país, desfrutava mais do poder do Espírito Santo. Em todo o lugar onde pregava, havia grande número de conversões. Seu dom de pregar era tão extraordinário, que, com toda a facilidade, podia levar um auditório de 15 a 20 mil pessoas, de temperamento e sentimentos vários, a ouvi-lo com a mais profunda

atenção. Nas igrejas, não cabiam as multidões que iam ouvi-lo durante o dia; à noite, sempre pregava ao ar livre, sob o brilhar das estrelas. Durante a sua mocidade, viveu entregue à devassidão e à embriaguez. Numa luta, foi gravemente esfaqueado; outra vez foi tirado das águas como morto e, ainda doutra vez, caiu de uma árvore sobre uma faca. Nas contendas era sempre o campeão, até que, por fim, numa briga, seus companheiros cegaram-lhe um olho.

Foi salvo e separado para o ministério, porém seus sermões eram frios e sem frutos. Um dia entrou na mata onde derramou sua alma a Deus e como Jacó em Peniel , não saiu antes de receber sua benção. 

Veio o Avivamento do pregador em todos os lugares da ilha de Anglesey e em todo País de Gales.  O poder do Espírito Santo operava até o povo chorar e dançar de alegria. Um dos que assistiram ao seu famoso sermão sobre o Endemoninhado Gadareno ,conta como Evans retratou tão fielmente a cena do livramento do pobre endemoninhado, a admiração do povo ao vê-lo liberto, o gozo da esposa e dos filhos quando voltou a casa, curado, que o auditório rompeu em grande riso e choro.

A morte de Christmas Evans foi um dos eventos mais solenes em toda a história do principado de Gales. Houve choro e pranto no país inteiro.


Texto:
Mônica Vicente

 

Referência Bibliográfica: 

BOYER, Orlando, Heróis da Fé, Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2002.

A Vida Diária nos Tempos de Jesus

Jesus viveu a maior parte de sua vida em Nazaré, já que tinha voltado do Egito por volta de 6 a 9 anos. Já que não sabemos ao certo qual foi a data da Morte de Herodes o Grande, se foi no ano 1 d.C. ou no ano 4 d.C. Sendo assim Jesus viveu cerca de 24 a 21 anos na cidade de Nazaré na Galileia. A região da galileia segundo o Arqueólogo Horsely havia em torno de mais ou menos 200 aldeias de em média 300 habitantes, diferindo dos escritos de Josefo que demonstrava que havia 238 cidades. Nesta região haviam duas grandes cidade Tiberíades e Séforis, a primeira construída por Antipas e a segunda reconstruída com toda glória que uma cidade romana poderia ter. E mais três ou quatro pequenas cidades, como Cafarnaum.

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Estudo das Mulheres da Bíblia

Vamos comparar em um relacionamento marido e mulher. Quanto mais o casal se conhece, mais vai tendo intimidade, sabe como agradar ao parceiro. E na vida com Deus como funciona? Digamos que da mesma forma. Quanto mais nos esforçamos para conhecê-lo mais intimidade com Deus teremos e saberemos qual a sua vontade, o que lhe agrada e o que lhe entristece.

Porém precisamos nos esforçar para conhecer a Deus para avançarmos em nosso relacionamento com ele. Muitas vezes reclamos que não ouvimos a sua voz mas nem sequer paramos para conversar com Deus, ou ás vezes só falamos e falamos e não paramos para ouvir o que ele tem a dizer.

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